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Está na hora de procurar um fisiatra

Problemas musculoesqueléticos são responsáveis por 90% dos quadros de dores crônicas. Elas chegam muitas vezes de forma branda, mas progridem até prejudicar a qualidade de vida do paciente. Quanto antes um fisiatra for procurado, mais fácil e rápido será resolver o problema ou, ao menos, aliviar as dores.

Dor crônica é sintoma frequente em consulta médica

Os índices variam, mas o fato é que o mundo inteiro sente dor. Na maioria de origem musculoesquelética, a dor crônica afeta de 25% a 30% da população nos Estados Unidos e 19% da população europeia. As principais vítimas são mulheres e adultos idosos.

A incidência da fibromialgia aumenta em idosos

A maioria dos estudos sobre fibromialgia têm como foco, principalmente, mulheres jovens e de meia-idade. Por isso, não são muitas as informações sobre a doença em idosos. Mas recentemente, na Turquia, foi realizado um estudo com 100 pacientes entre 65 e 80 anos, publicado na revista turca Agri Pain, sob o tema “Prevalence Of Fibromyalgia In Turkish Geriatric Population And Its Impact On Quality Of Life”, ou seja, a prevalência da fibromialgia na população geriátrica turca e seu impacto na qualidade de vida deles.

Dor crônica é diagnosticada com frequência

A dor pode ser definida por experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos, de acordo com a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor. Já para os pacientes, a definição não importa muito, apenas conseguir expressar ao profissional médico sua localização, intensidade e consequências são as principais questões para o portador da dor, vista cada vez com mais frequência nas consultas.

WhatsApp na atividade médica: vilão ou aliado?

Por: Leonardo Savian Batistella

O aplicativo WhatsApp revolucionou a comunicação, com isso, profissionais de vários setores estão fazendo do seu uso o principal meio de comunicação entre colegas e clientes. No caso dos Médicos, sem generalizar, essa tendência não tem sido diferente.
Com isso, muitos médicos me fazem algumas perguntas, mas duas são mais frequentes: